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Anedota: História de coragem
 
Na espelunca, depósito de machos destemidos e demais espécies de baderneiros, entra um forasteiro com cara de não temer nem a alma da própria mãe, e provoca a tantos quantos tiverem um mínimo de audição e um máximo de coragem:
- Buenas e me espalho!
Nos pequenos dou de prancha e nos grande dou de talho!
Brandiu com o facão na madeira polida de balcão e encarou os olhos baixos e os gestos receosos dos freqüentadores.
Silêncio quase total, não fosse o nervosismo derrubando alguns copos.
Se gaúcho bem nascido não se achica, imaginem depois de duas mamadeiras de álcool.
Era o Simplício, no canto, meio derreado sobre a mesinha, a meia guampa e com a língua pesando uma tonelada.
Levantou-se, tropeçando nas próprias botas, e aproximou-se do valente.
- Mas tu não filho da Gertrudes?
- Perguntou pastosamente
. - Conhece ela?!
- Interpelou o brigão.
- Se conheço! Boa de rabo uma barbaridade...

 
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