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Carta de princ√≠pios do Movimento Tradicionalista Ga√ļcho
 
Os objetivos do MTG s√£o tra√ßados a partir das decis√Ķes adotadas pelo Congresso Tradicionalista, que se re√ļne anualmente, e s√£o consubstanciados em documento denominado "Carta de Princ√≠pios do Movimento Tradicionalista Ga√ļcho". Esse documento √© aprovado e somente poder√° ser reformulado pelo Congresso Tradicionalista, de conformidade com o disposto no artigo 19, al√≠nea f, do Estatuto do MTG. Por delibera√ß√£o da XI Conven√ß√£o Tradicionalista, realizada em julho de 1977, em Santana do Livramento , a "Carta de Principios", na sua √≠ntegra, passou a consituir o artigo 10 do Regulamento do MTG, artigo esse que tem seu texto abaixo transcrito: Art. 10 - A Carta de Princ√≠pios, atualmente em vigor, foi aprovada no VIII Congresso Tradicionalista, levado a efeito no per√≠odo de 20 a 23 de julho de 1961, em Taquara, e fixa os seguintes objetivos do Movimento Tradicionalista Ga√ļcho: I - Auxiliar o Estado na solu√ß√£o dos seus problemas fundamentais e na conquista do bem coletivo. II - Cultuar e difundir nossa Hist√≥ria, nossa forma√ß√£o social, nosso folclore, enfim, nossa Tradi√ß√£o, como subst√Ęncia basilar da nacionalidade. III - Promover, no meio do nosso povo, uma retomada de consci√™ncia dos valores morais do ga√ļcho. IV - Facilitar e cooperar com a evolu√ß√£o e o progresso, buscando a harmonia social, criando a consci√™ncia do valor coletivo, combatendo o enfraquecimento da cultura comum e a desagrega√ß√£o da fam√≠lia. V - Criar barreiras aos fatores e id√©ias que nos vem pelos ve√≠culos normais de propaganda e que sejam diametralmente opostos ou antag√īnicos aos costumes e pendores naturais de nosso povo. VI - Preservar o nosso patrim√īnio sociol√≥gico representado, principalmente, pelo linguajar, vestimenta, arte culin√°ria, forma de lides e artes populares. VII - Fazer de cada CTG, um n√ļcleo transmissor da heran√ßa social e atrav√©s da pr√°tica e divulga√ß√£o dos h√°bitos locais, no√ß√£o de valores, princ√≠pios morais, rea√ß√Ķes emocionais, etc.; criar em nossos grupos sociais uma unidade psicol√≥gica, com modos de agir e pensar coletivamente, valorizando e ajustando o homem ao meio, para rea√ß√£o em conjunto frente aos problemas comuns. VIII - Estimular e incentivar o processo aculturativo do elemento imigrante e seus descendentes. IX - Lutar pelos direitos humanos de Liberdade, Igualdade e Humanidade. X - Respeitar e fazer respeitar seus postulados iniciais, que tem como caracter√≠stica essencial a absoluta independ√™ncia de sectarismos pol√≠tico, religioso e racial. XI - Acatar e respeitar as leis e os poderes p√ļblicos legalmente constitu√≠dos, enquanto se mantiverem dentro dos princ√≠pios do regime democr√°tico vigente. XII - Evitar toda a forma de vaidade e personalismo que buscam no Movimento Tradicionalista ve√≠culo para proje√ß√£o em proveito pr√≥prio. XIII - Evitar toda e qualquer manifesta√ß√£o, individual ou coletiva, movida por interesses subterr√Ęneos de natureza pol√≠tica, religiosa ou financeira. XIV - Evitar atitudes pessoais ou coletivas que deslustrem e venham em detrimento dos princ√≠pios da forma√ß√£o moral do ga√ļcho. XV - Evitar que n√ļcleos tradicionalistas adotem nomes de pessoas vivas. XVI - Repudiar todas as manifesta√ß√Ķes e formas negativas de explora√ß√£o direta ou indireta do Movimento Tradicionalista. XVII - Prestigiar e estimular quaisquer iniciativas que, sincera e honestamente, queiram perseguir objetivos correlatos com os do tradicionalismo. XVIII - Incentivar em todas as formas de divulga√ß√£o e propaganda, o uso sadio dos aut√™nticos motivos regionais. XIX - Influir na literatura, artes cl√°ssicas e populares e outras formas de express√£o espiritual de nossa gente, no sentido de que se voltem para os temas nativistas. XX - Zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes aut√™nticos, combatendo todas as manifesta√ß√Ķes individuais ou coletivas, que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais. XXI - Estimular e amparar as c√©lulas que fazem parte de seu organismo social. XXII - Procurar penetrar e atuar nas institui√ß√Ķes p√ļblicas e privadas, principalmente nos col√©gios e no seio do povo, buscando conquistar para o Movimento Tradicionalista Ga√ļcho a boa vontade e a participa√ß√£o dos representantes de todas as classes e profiss√Ķes dignas. XXIII - Comemorar e respeitar as datas, efem√©rides e vultos nacionais e particularmente o dia 20 de setembro, como data m√°xima do Rio Grande do Sul. XXIV - Lutar para que seja institu√≠do, oficialmente, o Dia do Ga√ļcho, em paridade de condi√ß√Ķes com o Dia do Colono e outros ‚ÄúDias‚ÄĚ respeitados publicamente. XXV - Pugnar pela independ√™ncia psicol√≥gica e ideol√≥gica do nosso povo. XXVI - Revalidar e reafirmar os valores fundamentais da nossa forma√ß√£o, apontando √†s novas gera√ß√Ķes rumos definidos de cultura, civismo e nacionalidade. XXVII - Procurar o despertamento da consci√™ncia para o esp√≠rito c√≠vico de unidade e amor √† P√°tria. XXVIII - Pugnar pela fraternidade e maior aproxima√ß√£o dos povos americanos. XXIX - Buscar, finalmente, a conquista de um est√°gio de for√ßa social que d√™ resson√Ęncia nos Poderes P√ļblicos e nas Classes Rio-Grandenses para atuar real, poderosa e eficientemente, no levantamento dos padr√Ķes de moral e de vida do nosso Estado, rumando, fortalecido, para o campo e homem rural, suas ra√≠zes primordiais, cumprindo, assim, sua alta destina√ß√£o hist√≥rica em nossa P√°tria.

 
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